segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

FELIZ DIA DOS NAMORADOS, CHARLIE BROWN! (II)


Qualquer coisa que eu falar aqui será spoiler, porque a fama de Charlie Brown já corre solta e quando essa turma se reúne para comemorar alguma coisa, tudo pode acontecer! No DVD "Be My Valentine, Charlie Brown", há um bônus contando os bastidores intitulado “Azarado no amor: uma história do amor não correspondido”. Não somente nesse episódio, mas em outros como "É o seu primeiro beijo, Charlie Brown" ou "Não há tempo para o amor, Charlie Brown", Charles Schulz exorcizou seu amor não correspondido pela menininha ruiva de forma direta e indireta, pois...(pausa) qualquer coisa que eu falar aqui será spoiler!Então, é melhor assistir!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AMA E FAZ O QUE QUISERES

"É preciso nos perguntar o que é que em nós queremos que seja amado. Afinal das contas, o que é que nos faz realmente sentir que somos amados? Esta é a verdadeira pergunta, a que interessa. Só os bobos não se dão conta que são “amados” somente porque compactuaram com qualquer que seja o pensamento e o comportamento dominantes, o vestido, a maquiagem, as escolhas de seu grupo de referência. Isso pode fazer sentir aceitos, não necessariamente amados, se não todos os que vestem farda haveriam se se sentir imensamente amados por pertencer a tão grande e socialmente valorizado grupo como o dos militares!

Então, o que é que, em nós, precisamos que seja amado para que de fato possamos sentir que há amor pela nossa pessoa?

A resposta é: nossa individualidade. Exatamente o que nos torna diferentes dos outros, únicos.

É por isso que quanto mais tentamos nos igualar para conseguirmos likes e amigos mais nos sentiremos só." (Blog Psicologia Dialética-Adriana Tanese)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

FATOS E BÊNÇÃOS

"Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir." 
(Tempos modernos - Lulu Santos)

Essa canção antológica de Lulu tem, coincidentemente, o mesmo nome do clássico dos clássicos filme de Chaplin, e ambas as obras são atemporais. As cenas antológicas de Carlitos todo atrapalhado sendo devorado por um sistema de parafusos e tantas tarefas a cumprir, que mal faz uma já desmancha outra me faz lembrar essa loucura de vida que se vê hoje.

Apesar de não estar mais na capital, as exigências do trabalho, o tamanho das responsabilidades, o desgaste emocional de trabalhar em um ambiente onde presencio conflitos, ocupação, calendários letivos atravessando pelo meio o calendário real da era cristã e as greves me tiram um pouco do eixo e eu perco a noção do tempo. É um semestre interrompido, ano letivo que começa ou termina em maio, junho, julho, e por aí vai. Daí vem a sensação de deslocamento, de desperdício e falta de controle do tempo terríveis. E eu que gosto de ciclos, de início, meio e fim me deparo com processos que se arrastam, improdutividade coletiva e pessoal. 

Esses dias vi uma pessoa falando de um tal diário em tópicos e até li sobre, mas não me encantei. É tanta anotação e símbolos que prefiro a tabela periódica e seus cátions e ânions. Decidi então fazer algo diferente para dar valor ao tempo e criei uma lista mensal de Fatos e Bênçãos. Não precisa registrar todo dia, mas se dermos valor a cada encontro com um amigo, a um sabor novo que provamos e até mesmo a um grande acontecimento poderemos ressignificar o tempo e até mesmo as mazelas do cotidiano. Lembrei também de um vlog do canal Cintia Disse, onde ela fala: "a pessoa passa 5 semanas sem acontecer nada na vida dela...aí em uma semana acontece um monte de coisa boa". O pior é que a maioria das vezes é assim mesmo, mas sei que posso com um pouco de disciplina registrar descobertas, sucessos e insucessos das mais variadas realizações, e posso avaliar a cada mês o que aproveitei e como posso melhorar. E sei que ao chegar ao próximo "fim de ano" não sentirei aquela sensação de "esse ano voou e eu não fiz nada", e serei mais grata a Deus e a tudo que a vida me traz.











domingo, 25 de dezembro de 2016

SANTA CLAUS IS COMING TO TOWN


Sei que muita gente nunca teve um natal comercial, tradicional para alguns, mas eu tive isso minha infância inteira. O grande mistério sobre Papai Noel desfez-se suavemente, sem dor nem traumas, e era maravilhoso dormir ansiosa e acordar com o presente aos pés da cama. Ceia, amigo secreto, cartões, roupa nova, Missa do Galo (só Vovó e os tios mais velhos assistiam), e muita farra no dia seguinte. Natal ainda é, para meu clã, motivo de muita comemoração!

Engraçado que eu e meus irmãos sempre sonhamos com uma árvore de natal de filme aparelhada com pisca-pisca, mas até hoje nunca tivemos e nem desejamos mais. Quando passei o natal na terra do natal de sessão da tarde era realmente como estar vendo TV: prédios, igrejas e tudo ao meu redor tinha pinheiros de verdade com enfeites incríveis e até um deles tinha um trem com vários brinquedos. Mas hoje gosto mais de ver as árvores famosas nas capitais, ou mesmo aqui na Praça das Mangueiras. Gosto de ver as adaptações da cultura local para fugirmos um pouco do natal de neve que nunca cairá no sertão, rs.