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segunda-feira, 27 de outubro de 2025

DIA DO GATO PRETO

 "O gato preto cruzou a estrada", mas outros simplesmente chegaram por abandono das mães ou dos humanos mesmo. E assim, nesse dia dedicado ao gato preto, venho citar os meus felinos dessa cor, cuja personalidade sempre foi calma e terna. Minha saudade hoje vai pra Bolo e Pescoço, que partiram de forma trágica, mas foram felizes e brincaram muito enquanto viveram.

Atualmente cuido de Bolinho, Rabo de Nó (nosso vovô de 10 aninhos), Zeca (o mais dengoso e quebrou o paradigma de me fazer dormir com gatos) e Black, que literalmente cruzou a estrada e trouxe de brinde Friday, um frajola tão manso que ganhou um segundo nome: Menino Bom! Mas que na primeira aventura nos telhados se perdeu e não voltou mais. 

Fica aqui a dica de adoção e contra o preconceito a meus "negros gatos": são companheiros leais, amorosos e amam um dengo. Sorte de quem adotá-los!

quinta-feira, 8 de agosto de 2024

DIA INTERNACIONAL DO GATO

Hoje o dia é deles! Se vc é tutor(a) de muitos ou uns como eu, deixe aqui sua homenagem nos comentários!



segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

TARDE CINZA É NÃO TE VER

Adeus Mouse! Obrigada por todos os anos que passamos juntos. Ao longo dos anos você foi nosso Puma, Príncipe, Olhar Sedutor e, por último, Gato Bobo. Agora você está no céu dos animais com Farturinha, Cristina, Narizinho, Mousinha, Fofolete, Savana e Tempestade. Pode partir em paz...

domingo, 29 de setembro de 2019

ESCRITORES E SEUS GATOS #5


"Nós não tínhamos gatos, mas minha mãe dava de comer a gatos vadios que se juntavam ali na nossa grande varanda. Eu tinha relação muito próxima com esses bichos, comia com eles, dormia no chão em que eles se enroscavam. Eu pensava que era um deles. E por isso impus aos meus pais esse nome de “Mia” como celebração desses felinos. Olhando para trás eu acho que procedi bem porque baguncei essa fronteira de identidades que nos é tão cara e que traça um limite entre o humano e não humano. Eu amo os bichos por ser parte deles." Mia Couto

ESCRITORES E SEUS GATOS #4


“Os gatos oferecem para o escritor algo que os outros humanos não conseguem: companhia que não é exigente nem intrometida, que é tão tranquila e em constante transformação quanto um mar plácido que mal se move”.
Patricia Highsmith

sábado, 28 de setembro de 2019

ESCRITORES E SEUS GATOS #3


"Um gato tem honestidade emocional absoluta: os seres humanos, por uma razão ou outra, pode esconder os seus sentimentos, mas o gato não."
Ernest Hemingway 

ESCRITORES E SEUS GATOS #2


“Ele fixaria em Deus aquele olhar de esmeralda diluída, uma leve poeira de ouro no fundo. E não obedeceria porque gato não obedece. Às vezes,quando a ordem coincide com sua vontade, ele atende mas sem a instintiva humildade do cachorro, o gato não é humilde, traz viva a memória da liberdade sem coleira." Lygia Fagundes Telles

ESCRITORES E SEUS GATOS #1


“Tudo sei, a vida e o seu arquipélago,
 o mar e a cidade incalculável, 
a botânica 
o gineceu com os seus extravios, 
o pôr e o menos da matemática, 
os funis vulcânicos do mundo, 
a casca irreal do crocodilo, (…) 
mas não posso decifrar um gato”. 
Pablo Neruda

domingo, 14 de julho de 2019

NISE E OS BICHANOS


Ela dizia que os gatos são “excelentes companheiros de estudos, amam o silêncio e cultivam a concentração” e admirava a independência dos felinos, sempre ronronando ao seu redor no escritório. “Cultivo muito a independência. Por isso gosto do gato. Muita gente não gosta pela liberdade de que ele precisa para viver. No circo você vê tigre e urso, mas não vê um gato. O gato é altivo, e o ser humano não gosta de quem é altivo.”

(Nise da Silveira - Gatos, a emoção de lidar)

terça-feira, 30 de abril de 2019

terça-feira, 30 de outubro de 2018

APENAS APAIXONADOS POR GATOS ENTENDERÃO



If that ain’t love- Martin Carlberg
Some might say that I’m a loner
but I just called it being free
Or at least I used to be
I am my heart’s only owner
‘Cause now
hearts’ strings are pulling like the tide
while fire is raging deep inside
And my And the
That ain’t love
match that threw a spark was a
single stolen kiss And if
Buy these high walls I’ve been surrounded
I don’t know what is
For years I kept my feelings grounded
And gone without on kept within
Cause now
Once to her eyes sold it paper thin
match that threw a spark was a
Wild fire is raging
Deep inside
hearts strings are pulling
And my Like the
And the
Turning of the tide
‘f that ain’t love, I don’t know what is
single stolen kiss And if
That ain’t love
I don’t know what is



PS: SE ISSO NÃO FOR AMOR, EU NÃO SEI O QUE É...

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

DIA INTERNACIONAL DO GATO


Amados por uns e odiados por outros, só quem tem um, ou "uns" como é o meu caso sabe dizer o quanto eles sempre nos surpreendem. Seja escolhendo um novo point da casa para dormir, ou tendo crises de carência ou de ciúmes, gatos são seres independentes, exigentes e ao mesmo tempo indiferentes. Mas, quem se deixar cativar e souber conquistar um deles ganhará de graça, ou em troca do melhor lugar da casa, sessões manhosas de gatoterapia e a mais criativa e dorminhoca companhia.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

6 ARTISTAS CON SUS GATOS

Frida Kahlo / Andy Warhol



Gustav Klimt / Pablo Picasso


Henri Matisse / Salvador Dalí


HENRI MATISSE: LE CHAT AUX POISSONS ROUGES

Le chat aux poissons rouges(1914)

Matisse e seus "assistentes"
Henri Matisse (1869-1954) foi um pintor, desenhista, gravurista e escultor francês. Sua obra é considerada uma das expressões mais significativa da arte de vanguarda, ao lado de van Gogh, Gauguin, Cézanne e Picasso. Nasceu em Cateau-Cambrésis, no Norte da França, no dia 31 de dezembro de 1869. Filho de próspero comerciante de cereais que achava que os artistas não passavam de boêmios irresponsáveis incentivou o filho a ingressar na Faculdade de Direito em Paris, em 1887.
Formado em Direito, Matisse exerceu a profissão, mas nas horas vagas tomava aulas de desenho. O conflito não passa despercebido pela mãe que lhe presenteia com um estojo completo de pintura, enquanto convalescia de uma cirurgia de apendicite. Com esse material realiza seu primeiro quadro – “Natureza-Morta com Livros”.
Com o apoio da mãe, em 1891, viaja para Paris, onde inicia os estudos preparatórios para a admissão na Escola de Belas Artes. O aprendizado começa com Bougereau, presidente da Sociedade de Pintores e Gravadores. Insatisfeito com as repreensões do professor passa então a frequentar o curso do pintor Gustave Moreau, que o aceita como discípulo.
Em 1896, produz “Natureza-Morta com Pêssegos” e “Natureza-Morta com Faca Negra”. Teve quatro trabalhos aceitos no salão da Sociedade Nacional de Belas Artes. Sua tela “Leitora” é comprada pelo Governo para a residência presidencial. Em 1897 vende a tela “Faca Negra”, por 120 francos e, confiante que a fama está perto, em 1898, casa-se com Amélie Parayre, viaja para Londres, Córsega e Toulouse, cidade natal de sua mulher. Em 1899 deixa a Escola de Belas Artes. Compra a tela “Três Banhistas”, de Cézanne e “Henri Rochefort”, um busto de Rodin.
A virada do século foi difícil para Matisse, estava desencantado com as próprias ambições artísticas. O pai cortou a mesada para que desistisse da loucura. Passa a trabalhar como decorador de frisos e sua mulher abre um salão de costura para ajudar nas despesas e passa a ser a modelo do pintor e figura em numerosas telas do pintor.
Em 1901, Henri Matisse expõe no Salão dos Independentes. Em 1904 realiza sua primeira exposição individual na Galeria Vollard. Em 1905, no Salão de Outono expõe uma obra-prima “Luxo, Calma e Volúpia” que é logo vendida. No ano seguinte, no Salão dos Independentes, encabeça a rebelião dos “fauvistas” – pintores que trabalham com cores puras e de alto contraste. Vende a tela “Alegria de Viver”.
Em 1908 abre sua academia, e começa a ganhar fama no exterior. Nesse mesmo ano expõe em Nova York, Londres e Moscou. Em 1911, Henri Matisse pinta “Natureza-Morta com Peixes Vermelhos”, considerada sua obra de transição, onde as pinceladas claramente visíveis são o que resta do passado, enquanto uma série de planos sem volumes, sugerindo o espaço pela diagonal e pela variação de cor, dá a ideia dos seus trabalhos futuros.
Henri Matisse estava com seu trabalho consagrado e realizou diversas viagens e exposições. Em 1947 recebe a Legião de Honra e em 1950 recebe o Grande Prêmio na XXV Bienal de Veneza. Em 1952 é inaugurado o Museu Henri Matisse em Cateau-Cambrésis.
Henri Émile Benoit Matisse faleceu em Nice, na França, no dia 03 de novembro de 1954.

Nascido Henri-Émile Benoît Matisse foi um destacado pintor, escultor e artista gráfico francês. Filho de Émile Hippolyte Matisse, um comerciante de grãos e de Anna Heloise Gerard, pintora de porcelanas.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/biografias/henri-matisse.htm?cmpid=copiaecolaNascido Henri-Émile Benoît Matisse foi um destacado pintor, escultor e artista gráfico francês. Filho de Émile Hippolyte Matisse, um comerciante de grãos e de Anna Heloise Gerard, pintora de porcelanas.... - Veja mais em https://educacao.uol.com.br/biografias/henri-matisse.htm?cmpid=copiaecola