domingo, 12 de março de 2017

SGT. CHARLES SCHULZ


"Ele se acostumou com um hábito de não pensar sobre o passado - agora distante e irreal demais para contemplar - ou o futuro. O presente era uma eterna colcha costurada de retalhos de uma ilimitada sequência de momentos avançando em direção à prova de batalha." 
(Michaelis, D. Schulz & Peanuts: a biografia do criador do Snoopy)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

FELIZ DIA DOS NAMORADOS, CHARLIE BROWN! (II)


Qualquer coisa que eu falar aqui será spoiler, porque a fama de Charlie Brown já corre solta e quando essa turma se reúne para comemorar alguma coisa, tudo pode acontecer! No DVD "Be My Valentine, Charlie Brown", há um bônus contando os bastidores intitulado “Azarado no amor: uma história do amor não correspondido”. Não somente nesse episódio, mas em outros como "É o seu primeiro beijo, Charlie Brown" ou "Não há tempo para o amor, Charlie Brown", Charles Schulz exorcizou seu amor não correspondido pela menininha ruiva de forma direta e indireta, pois...(pausa) qualquer coisa que eu falar aqui será spoiler!Então, é melhor assistir!

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

AMA E FAZ O QUE QUISERES

"É preciso nos perguntar o que é que em nós queremos que seja amado. Afinal das contas, o que é que nos faz realmente sentir que somos amados? Esta é a verdadeira pergunta, a que interessa. Só os bobos não se dão conta que são “amados” somente porque compactuaram com qualquer que seja o pensamento e o comportamento dominantes, o vestido, a maquiagem, as escolhas de seu grupo de referência. Isso pode fazer sentir aceitos, não necessariamente amados, se não todos os que vestem farda haveriam se se sentir imensamente amados por pertencer a tão grande e socialmente valorizado grupo como o dos militares!

Então, o que é que, em nós, precisamos que seja amado para que de fato possamos sentir que há amor pela nossa pessoa?

A resposta é: nossa individualidade. Exatamente o que nos torna diferentes dos outros, únicos.

É por isso que quanto mais tentamos nos igualar para conseguirmos likes e amigos mais nos sentiremos só." (Blog Psicologia Dialética-Adriana Tanese)

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

FATOS E BÊNÇÃOS

"Hoje o tempo voa, amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
Não há tempo que volte, amor
Vamos viver tudo que há pra viver
Vamos nos permitir." 
(Tempos modernos - Lulu Santos)

Essa canção antológica de Lulu tem, coincidentemente, o mesmo nome do clássico dos clássicos filme de Chaplin, e ambas as obras são atemporais. As cenas antológicas de Carlitos todo atrapalhado sendo devorado por um sistema de parafusos e tantas tarefas a cumprir, que mal faz uma já desmancha outra me faz lembrar essa loucura de vida que se vê hoje.

Apesar de não estar mais na capital, as exigências do trabalho, o tamanho das responsabilidades, o desgaste emocional de trabalhar em um ambiente onde presencio conflitos, ocupação, calendários letivos atravessando pelo meio o calendário real da era cristã e as greves me tiram um pouco do eixo e eu perco a noção do tempo. É um semestre interrompido, ano letivo que começa ou termina em maio, junho, julho, e por aí vai. Daí vem a sensação de deslocamento, de desperdício e falta de controle do tempo terríveis. E eu que gosto de ciclos, de início, meio e fim me deparo com processos que se arrastam, improdutividade coletiva e pessoal. 

Esses dias vi uma pessoa falando de um tal diário em tópicos e até li sobre, mas não me encantei. É tanta anotação e símbolos que prefiro a tabela periódica e seus cátions e ânions. Decidi então fazer algo diferente para dar valor ao tempo e criei uma lista mensal de Fatos e Bênçãos. Não precisa registrar todo dia, mas se dermos valor a cada encontro com um amigo, a um sabor novo que provamos e até mesmo a um grande acontecimento poderemos ressignificar o tempo e até mesmo as mazelas do cotidiano. Lembrei também de um vlog do canal Cintia Disse, onde ela fala: "a pessoa passa 5 semanas sem acontecer nada na vida dela...aí em uma semana acontece um monte de coisa boa". O pior é que a maioria das vezes é assim mesmo, mas sei que posso com um pouco de disciplina registrar descobertas, sucessos e insucessos das mais variadas realizações, e posso avaliar a cada mês o que aproveitei e como posso melhorar. E sei que ao chegar ao próximo "fim de ano" não sentirei aquela sensação de "esse ano voou e eu não fiz nada", e serei mais grata a Deus e a tudo que a vida me traz.