domingo, 1 de março de 2026

RUA PRIMEIRO DE MARÇO

Hoje olhei a data no celular e lembrei de uma rua que frequentei por 6 anos e meio, que leva o nome do título dessa postagem, mas que já se chamou Rua Direita. Definitivamente, esse é um dos meus lugares preferidos no Rio de Janeiro, que eu chegava vindo da Uruguaiana ou da Presidente Vargas e saia perambulando até alcançar a Rua do Ouvidor, que abrigava uma enorme Livraria Saraiva.  Nessa andança, percorria apenas do CCBB ao Paço Imperial, avistando a imponente Alerj ao lado deste. 

O rolê começava na primeira sede do Banco do Brasil ou no já citado CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), perpendicular à Igreja da Candelária, onde assisti a inúmeros concertos, mas nunca me arrisquei a seguir para as bandas do Mosteiro de São Bento, onde só em grupo fui a um concerto de harpa num domingo ermo. Loucuras que eu fazia confiando no meu anjo da guarda, rs. Fechando a tríade tem antiga sede da Alfândega, posteriormente Casa França-Brasil e atual Casa Brasil, onde a programação cultural gratuita completava o primeiro bloco do passeio.

Seguindo em direção ao Paço Imperial, local do histórico Dia do Fico e da assinatura da Lei Áurea, via algumas igrejas sempre fechadas. Somente uma vez vi a igreja da Sé aberta para o casamento de uma celebridade. Do ponto de ônibus, esquina da Praça XV, onde  eu pegava o 298 Castelo-Acari via a movimentação dos fotógrafos e dos curiosos, mas era só isso mesmo. Diferente de tantas que há no Centro do Rio, nunca as vi abertas para visitação ou algum rito católico comum, salvo a Igreja São José que só entrei já perto de me despedir da cidade maravilhosa. 

(Em construção)



Nenhum comentário:

Postar um comentário